Publicado por: ricardonogueira | Julho 14, 2008

IVG – 1 Ano Depois

Eis uma noticia que me despertou a atenção…
Seria bom olharmos sériamente para estes estudos. Permitam-me destacar dois aspectos que acho importantissimos salientar, o primeiro é bastante negativo, 70% das mulheres que recorreram à interrupçao voluntaria da gravidez nunca tinham ouvido falar em planeamento familiar ou em métodos contraceptivos. Sim leram bem sao mesmo 70%.
Por outro lado é bom saber que os casos de aborto clandestino registados foram só dois,muito abaixo de valores anteriores…
Uma boa noticia
Aborto. Lei entrou em vigor há um ano
Setenta por cento das mulheres que recorreram à interrupção voluntária da gravidez (IVG) entre Julho e Dezembro de 2007, o primeiro semestre após a entrada em vigor da nova lei, não tinham ouvido falar de planeamento familiar nem de métodos contraceptivos. Esta é uma das principais conclusões de um estudo feito pela Direcção-Geral de Saúde (DGS), divulgado recentemente.

Feito o diagnóstico, a resposta da tutela foi célere e Francisco George, em entrevista à Lusa, reconheceu a existência de problemas na organização dos serviços de planeamento familiar e anunciou novas medidas.

Assim, os serviços de saúde pública vão alargar a distribuição gratuita de pílulas e preservativos em quantidade para fazer a contracepção até um ano, bem como facilitar a sua entrega, dispensando de consulta médica os utentes que tiveram ido ao médico no último ano. O director-geral da Saúde adiantou ainda que a entrega dos anticoncepcionais poderá realizar-se através de terceiros. Através desta medida simples, Francisco George acredita que “vai melhorar muito a situação”.

Outra realidade que foi radicalmente alterada com a entrada em vigor da nova lei da IVG prende-se com a quantidade de infecções e perfurações de órgãos associadas ao aborto clandestino. No primeiro semestre de 2007, registaram-se 23 infecções muito graves e 11 perfurações de órgãos associadas à prática do aborto clandestino, revelou Francisco George. Números que diminuíram para menos de metade no segundo semestre. Desde 15 de Julho, a Direcção- -Geral da Saúde registou apenas dois casos de prática de aborto clandestino, um dos quais está a ser investigado pelo Ministério Público.|

Fonte: DN

Responses

  1. Será que não sabiam? Será que são mesmo só dois? Deixo estas duas questões para me responderes, mas sem influencia cristã. lol


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